Lista de controlo: o que deve ter um bom ERP para agências de viagens

A escolha de um ERP para uma agência de viagens não é uma decisão técnica, é uma decisão estratégica. Um bom sistema não organiza apenas a informação: define a forma como vende, como opera e como controla a sua empresa. Esta lista de verificação foi concebida para o ajudar a avaliar se um ERP acompanha realmente a complexidade do turismo atual e o crescimento da sua atividade, quer se trate de uma agência outbound, de um DMC, de uma empresa multinacional ou de um marketplace.

Porque é que não é qualquer ERP que pode trabalhar numa agência de viagens

O turismo tem uma lógica própria que muitos sistemas genéricos não têm em conta. As agências trabalham com reservas futuras, serviços prestados em datas diferentes, múltiplos fornecedores para cada venda, pré-pagamentos, comissões e operações em diversas moedas. Quando um ERP não entende essa dinâmica desde a sua conceção, força a criação de processos paralelos, planilhas de apoio e controles manuais que acabam gerando erros e perda de tempo.

Um ERP turístico, para além do que já foi referido, deve ser concebido desde o início para esta indústria, de modo a que os módulos contabilísticos reflictam uma realidade turística (por exemplo, contas a receber com base em reservas diretas aceites) até aos módulos operacionais concebidos para este fim (movimentar produtos numa fábrica não é o mesmo que uma reserva MICE).

Lista de verificação ERP essencial para agências de viagens

Esta lista de verificação não pretende acrescentar funcionalidades por acumulação, mas sim identificar os pilares que permitem gerir um negócio turístico de forma ordenada e escalável.

1. módulos integrados que centralizam toda a operação

Um bom ERP deve funcionar como um sistema único, onde as vendas, as operações e as finanças estão totalmente ligadas. A informação é carregada uma vez e reutilizada ao longo do processo, evitando a duplicação e o desalinhamento entre áreas. Quando os módulos não estão integrados, cada alteração torna-se um risco operacional.

2. gestão efectiva de reservas e operação turística

O sistema deve ser capaz de gerir reservas com vários serviços, confirmar com os fornecedores, efetuar alterações, reatribuições e acompanhamentos diários sem perder a rastreabilidade. Isto é fundamental para as agências de saída, bem como para as empresas de turismo de entrada, os operadores e os mercados que lidam com o volume e a complexidade operacional.

Contabilidade ligada a cada reserva

A contabilidade não pode viver isolada da operação. Um ERP turístico robusto gera automaticamente movimentos financeiros a partir de cada reserva, reflectindo as cobranças dos clientes, os pagamentos e pré-pagamentos aos fornecedores, as comissões e as margens reais. Isto permite uma visibilidade financeira sem retrabalho ou intermináveis reconciliações manuais.

CRM integrado no processo comercial

O acompanhamento dos clientes e das oportunidades deve estar ligado às cotações e às vendas efectivas. Um ERP com CRM integrado permite-lhe conhecer todo o histórico do cliente, acompanhar cada proposta e analisar a conversão sem perder informação em mailings externos ou folhas de cálculo.

Suporte e implementação: o fator determinante do sucesso do ERP

A tecnologia, por si só, não garante resultados. A forma como é implementada e como acompanha a equipa é decisiva.

Implementação guiada e progressiva

Um bom ERP deve ser capaz de ser implementado de forma ordenada, sem atrasar as operações diárias. A implementação deve ser adaptada aos processos reais da empresa e permitir uma adoção progressiva, incorporando módulos e fluxos à medida que a equipa os necessita.

Apoio humano e formação contínua

O suporte não é um extra, faz parte do produto. Um ERP para agências deve oferecer um apoio humano, na língua da equipa, com formação constante para garantir que o sistema é utilizado corretamente e evolui com a empresa.

Principais integrações que um ERP turístico deve oferecer

Um sistema isolado limita o crescimento. A conetividade é uma condição básica para o turismo atual.

Integrações com fornecedores e sistemas externos

O ERP deve ser integrado com os bancos, os fornecedores de actividades, os gateways de pagamento e outros sistemas-chave do ecossistema turístico. Isto permite automatizar a disponibilidade, as confirmações e as cobranças, reduzindo as tarefas manuais e os erros.

Canais B2B e B2C ligados à operação

As vendas online, tanto para o cliente final como para outras agências, devem estar diretamente ligadas à operação interna. Um ERP bem concebido evita duplicações e mantém todas as informações sincronizadas, sem criar ilhas de dados.

Tecnologia de nuvem, segurança e escalabilidade

A infraestrutura tecnológica define a capacidade de crescimento e adaptação do sistema.

ERP na nuvem com acesso em tempo real

Trabalhar na nuvem permite-te aceder à informação a partir de qualquer lugar, com dados actualizados ao minuto e cópias de segurança automáticas. Isto é especialmente importante para empresas com equipas distribuídas ou operações em diferentes países.

Escalabilidade de acordo com o crescimento da empresa

Um ERP para agências de viagens deve acompanhar a evolução do negócio. A capacidade de ativar novos módulos, operar em várias línguas e moedas e adaptar-se a estruturas mais complexas evita ter de mudar de sistema quando a empresa cresce.

Como utilizar esta lista de verificação para escolher o ERP certo

Esta lista de verificação serve como um guia para avaliar se um ERP está pronto para o turismo real. Não se trata de preço ou de uma lista interminável de funcionalidades, mas sim da capacidade do sistema para centralizar as operações, reduzir os erros e acompanhar o crescimento sem atritos.

Plataformas como a Toursys foram concebidas com este objetivo em mente: um ERP de turismo completo, modular e baseado na nuvem que integra vendas, operações e finanças num único ambiente e se adapta a diferentes modelos de negócio.

Solicite uma demonstração e descubra como um ERP de turismo bem implementado pode transformar a gestão da sua agência, otimizar os processos e dar-lhe um verdadeiro controlo sobre a sua operação.

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